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Archive for agosto \21\UTC 2008

Mulher sem razão

Adriana Calcanhotto

Composição: Bebel Gilberto / Cazuza / Dé Palmeira

 

http://letras.terra.com.br/adriana-calcanhoto/890377/

 

“Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou”

“Pára de fingir que não repara
Nas verdades que eu te falo
Dê um pouco de atenção

Parta, pegue um avião, reparta
Sonhar só não dá em nada
É uma festa na prisão”

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Noite

E se eu te contasse

uns segredos meus

inclusive aqueles

que te dizem respeito

e que escorrem quente

pelas dobras dos lençóis

brancos

macios

onde te vejo agora…

 

E depois no meio da noite

te sussurrasse imoralidades

as mais infames

as mais puras e devassas

as de amor

pela tua boca

pela tua buceta

 

Você ainda me olharia

com esses teus olhos

tão verdes

tão claros

como o mesmo brilho de paixão?

 

E você permitiria

que de mim vazassem pontas

arestas que te penetrassem a pele

e te fizessem sofrer

agarrada em minhas costas?

 

Então diz

que de mim você quer o todo

o que não completa

o que transborda

molha

e escorrega teu corpo no meu

 

Vem

fala olhando no meu profundo

onde você possui o tudo

cada parte que me compõe

aquelas que se transformam

quando você deseja

as que mutam

 

Diz

que ainda tem tempo

tem temperatura

tem tempestade que apaga as luzes

que traz as sombras que dançam

no teto do nosso quarto

 

Diz…

 

(Cris) acesso em: <http://www.carmim.blogger.com.br/&gt;

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Tenho vontade de te dizer umas coisas

umas verdades minhas que penso de você

mas que são tão daninhas, tão antigas e capengas

que talvez você não entenda por não se reconhecer nelas

ou talvez você na hora perceba que é a tua vida escancarada

e entre num daqueles mergulhos parafuso de esquadrilha da fumaça

e não haveria pára-quedas que desse jeito no tombo

e aí nem sei…

 

Nem sei se você arrebentada com essas coisas de verdades de outras

eras

ia poder perceber que elas são parte desse teu sofrimento opaco

esse mesmo que você consegue dar brilho e esconder entre os dedos

como se fosse feliz…

 

Talvez ali sem saída você pudesse sentir que nessas coisas

estão misturadas também umas infelicidades minhas

e um monte de tempo que eu não tenho mais e umas outras tristezas

que ficam naquela gaveta do que eu não fiz e podia ter feito

 

Se você pudesse também parar de citar teus textos prontos

de encenar uma ficção com a tua vida real

e pudesse viver as dores e os dissabores da existência

como qualquer ser que respira e pensa

talvez você não precisasse mais fingir que não sente, não vê e não

sabe…

 

Talvez assim de cara com o medo da falta de regra

da ausência das tuas linhas em ângulo, você tão cartesiana e reta

conseguisse sair desse espaço apertado e descolorido

onde você guarda o teu melhor

os sonhos

os vícios

os desejos

as acrobacias no céu em dia de festa

onde você se perde e se encontra

esse teu lugar quieto

onde você apaga a luz e assiste o filme

sempre o mesmo

sempre só…

 

(Cris)  acesso em: <http://www.carmim.blogger.com.br/2006_11_01_archive.html>

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Criatividade

“Criatividade sim,

pero no mucho”

(Mila Jolie)

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Ser a Xuxa

“Eu não queria ser paquita.

eu queria ser a Xuxa”

(Mila Jolie)

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Esquadros – Adriana Calcanhoto

Esquadros

Adriana Calcanhotto

Composição: Belchior

 http://letras.terra.com.br/adriana-calcanhoto/43856/

 

“Eu ando pelo mundo
Divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome
Nos meninos que têm fome…”

 

“Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm
Para quê?
As crianças correm
Para onde?
Transito entre dois lados
De um lado
Eu gosto de opostos
Exponho o meu modo
Me mostro
Eu canto para quem?”

 

“Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado…”

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Maurício (Legião Urbana)

Maurício

Legião Urbana

Composição: Dado Villa-Lobos; Marcelo Bonfá; Renato Russo

http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/46951/

 

“Me sinto tão só
E dizem que a solidão até que me cai bem
Às vezes faço planos
Às vezes quero ir
Pra algum país distante
Voltar a ser feliz”

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